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Civilização Grega


- A civilização grega ou helênica (pois os gregos se chamavam de helenos - da Hélade região) começou a se organizar em torno de 2000 a.C., ao sul da península balcânica e nas ilhas da região.

- Homero teria sido o primeiro grego a contar a história de seu povo. Com o tempo as histórias de Homero foram transcritas em duas das mais importantes obras literárias da Antiguidade, a “Ilíada” e a “Odisséia”, que se tornaram fundamentais para se compreender a Grécia Clássica.

PERÍODO PRÉ-HOMÉRICO (SÉC. XX-XII a.C.)

• Civilização Cretense ou Minóica 2000 a 1400 ac-- (Lenda do Minotauro)

A região continental da Grécia era habitada por tribos locais, os pelágios (ou pelasgos). Por volta de 2000 a.C. a região foi invadida por povos indo-europeus: jônios, aqueus e pelágios (indo-europeu - “diz-se de ou indivíduo dos indo-europeus, povos originários das estepes da Ásia central ou dos planaltos iranianos (também chamados arianos) que, a partir do final do Neolítico, se expandiram para a Europa, Pérsia e península da Índia)
Neolítico - Idade da Pedra Polida foi a fase da pré-história que ocorreu entre 12 mil a.C. e 4 mil a.C
Pedra polida - artefatos construídos a partir de pedras polidas dava maior precisão ao corte dos instrumentos de caça, pesca e também de utilização cotidiana.

- Os cretenses, que viviam principalmente da pesca e do comércio marítimo, dominaram várias ilhas vizinhas neste período e o litoral sul da península balcânica.


PERÍODO HOMÉRICO (SÉC. XII – VIII a.C.)

A partir do século XII, as grandes cidades desapareceram na Grécia (razão desconhecida do fim da cultura Minóica) e a sociedade passou a se organizar em grandes grupos familiares ou clãs (chamados pelos gregos de genos) . Essa comunidade vivia da atividade agropastoril, era coletivista e a autoridade cabia ao homem mais velho da família, o pater.

Com o tempo, o aumento do número de pessoas que compunham a grande família criou um problema: como alimentar a todos? A solução encontrada foi a divisão das terras da genos a partir do parentesco com o pater:

– os eupátridas (os “bem nascidos” ou seja, os descendentes próximos do pater) receberam os maiores e mais férteis lotes de terra, formando uma elite fundiária;

– os parentes mais distantes passaram a ser explorados pelos eupátridas, e alguns deles se tornaram escravos por dívida. Nesse processo, muitas pessoas fugiram para regiões distantes em busca de novas possibilidades de sobrevivência (Segunda Diáspora Grega).


PERÍODO ARCAICO (SÉC. VIII – VI a.C)

Esse foi o período do florescimento das cidades-Estado que se desenvolveram na Grécia. Cada cidade-Estado grega tinha uma forma administrativa própria, com seu próprio rei (ou reis, dependendo do caso), com seus órgãos legislativo e judiciário. Cada cidade reverenciava seu deus principal, e por isso tinha sua própria elite sacerdotal. Ou seja: não existiu na Grécia um poder centralizado, que controlasse todo o território.

Assim, aproximadamente em meados do SEC VIII a.C. surgiu na ilha de Creta o primeiro Estado centralizado da região que hoje chamamos de Grécia. O rei cretense tinha o título de minos, por isso a civilização alí desenvolvida é chamada hoje de minóica.
Os cretenses, que viviam principalmente da pesca e do comércio marítimo, dominaram várias ilhas vizinhas e o litoral sul da península balcânica.

 Civilização Micênica 

Micenas foi a mais importante das mais antigas cidades gregas no período arcaico, em termos de desenvolvimento de uma civilização cultural específica .

A fim de manter o controle social, os eupátridas de genos vizinhas se aliaram e fundaram uma nova forma de organização social e política: a pólis, ou seja, a cidade-Estado grega.

PERÍODO ARCAICO (SÉC. VIII – VI a.C )

Esse foi o período em que as cidades-Estado se desenvolveram na Grécia. Cada cidade grega tinha uma forma administrativa própria, com seu próprio rei (ou reis, dependendo do caso), com seus órgãos legislativo e judiciário. Cada cidade reverenciava seu deus principal, e por isso tinha sua própria elite sacerdotal. Ou seja: não existiu na Grécia um poder centralizado, que controlasse todo o território.

As duas pólis  mais características desse período foram Esparta e Atenas, por terem desenvolvido maior poder, sendo que desenvolveram regimes políticos e sociais muito diferentes.

ESPARTA

– Localização: Península do Peloponeso (região interiorana);
– Economia agropastoril;
– Cultura espartana: militarismo e laconismo ( da Lacônia - conciso);
– Sociedade oligárquica:  “governo de poucos” e  designa um sistema político no qual o poder está concentrado nas mãos de um pequeno grupo pertencente a uma mesma família, um mesmo partido político ou grupo econômico.

• espartanos: elite composta por militares donos de terras, únicos que tinham o direito a cidadania;
• periecos: pequenos agricultores livres que tinham que prestar serviço militar em caso de necessidade;
• hilotas: escravos que pertenciam ao Estado 

– Administração política:

Diarquia: governo exercido por dois reis;
Gerúsia: conselho de espartíates mais idosos (gerontes), que controlava os diarcas e elaborava as leis;
Ápela: assembléia composta por espartanos com mais de 30 anos de idade, responsável pela eleição dos gerontes e pela votação das leis propostas.

ATENAS

– Localização: Planície da Ática (região litorânea);
– Economia: agricultura pobre mas ligada ao comércio marítimo (principalmente olivas (azeitonas); a fundação de colônias gregas por todo o Mediterrâneo e a Ásia Menor garantiu o desenvolvimento econômico ateniense;
– Cultura ateniense: discussão política na ágora (praça pública), valorização de quem sabe “falar bem” (retórica e oratória), racionalismo e apreciação da física (estudo da natureza). Os atenienses desenvolveram a filosofia ocidental;
– Sociedade em constante mudança. 

No princípio era formada por:

• Eupátridas: elite dona de terras que, em princípio, tinha direito exclusivo à cidadania;
.  Georgoi: pequenos proprietários e camponeses subordinados aos eupátridas;
• Thetas: grupo marginalizado, sem direito a terra;
• Metecos: grupo de estrangeiros (comerciantes em sua maioria), sem nenhum direito político;
• Escravos: base da mão-de-obra ateniense.

– Reformas políticas e sociais:

- O desenvolvimento econômico levou ao enriquecimento de comerciantes que desejavam ter acesso à cidadania.
- O grande desenvolvimento sem melhorias para a maioria da população levou a  Guerras Civis

– Legisladores de uma nova ordem social em favor da população não eupátrida: Drácon e Sólon.

 Tirania (Psístrato, Hiparco e Hípias): governos autoritários que contavam com apoio popular, caracterizaram o período de crise política.

- Democracia (Clístenes):
sistema de representação política que consiste em transferir ao cidadão o papel de decidir os rumos políticos, sociais e econômicos dos locais onde vivem 

– Inovação política ateniense: todos os homens livres, filhos de pais atenienses, independente de sua origem social, passaram a ter o direito à cidadania.
– A partir de então, a Eclésia passou a ser o principal órgão legislador de Atenas

– Péricles, que governou Atenas entre 444-429 a.C., aperfeiçoou a democracia e foi o responsável pela construção de inúmeras obras públicas, que levou Atenas a ser uma das mais poderosas cidades da Grécia, por isso o século V a.C. é chamado de “século de Péricles”.


Período Clássico (SÉC. VI – IV a.C.)

Guerras Médicas ou Greco-pérsicas

Conflitos entre gregos e persas pelo controle comercial sobre a Ásia Menor: Batalhas de Maratona, Termópilas, Salamina.

Em 476 a.C. Atenas, principal cidade responsável pela vitória nas Guerras Médicas, organizou a Liga de Delos, uma aliança das cidades gregas sob o comando dos atenienses, com o objetivo de retomar o expansionismo grego em direção ao oriente. Iniciou-se assim um período de hegemonia de Atenas na Grécia.

Guerra do Peloponeso e a decadência das cidades gregas

Os espartanos nunca aceitaram a hegemonia da Liga de Delos, e por isso formaram uma coligação de cidades inimigas de Atenas: a Liga do Peloponeso. Em 431 a.C. iniciou-se uma guerra entre os gregos, a Guerra do Peloponeso. A Liga do Peloponeso venceu a Liga de Delos em 404 a.C., dando início a hegemonia espartana.

No século IV a.C. ocorreram outras batalhas entre as cidades gregas, levando ao rápido esgotamento de suas reservas econômicas e ao enfraquecimento dessa civilização, facilitando a invasão dos macedônicos, um povo do norte de península Balcânica.

PERÍODO HELENÍSTICO (SÉC. IV – II a.C.)

Os macedônicos liderados por Filipe II, invadiram e conquistaram as cidades gregas em 338 a.C..

Em 336 a.C., Alexandre chamado "O Grande", filho de Felipe, se tornou rei da Macedônia e da Grécia. Alexandre, após submeter definitivamente os gregos, partiu para a conquista da Ásia. Em quase 10 anos, as maiores civilizações do Oriente Médio (Mesopotâmia, Egito e Pérsia) foram conquistadas pelos macedônicos.

O Império Macedônico foi chamado de Império Helenístico, já que o próprio Alexandre fazia questão de difundir a cultura grega em todas as regiões conquistadas, ao mesmo tempo em que assimilava as culturas dos povos dominados.

Em 323 a.C. Alexandre morreu, e o seu império foi dividido entre os seus principais três princiais generais, o que deu origem aos Reinos Helenísticos.

Algumas Contribuições Culturais da Civilização Grega Antiga 

História: 

São gregos alguns dos principais estudiosos a tratar a história, de um modo independente da tradição mitológica e religiosa, como um campo do conhecimento específico propriamente. 

Filosofia:

 O  espírito crítico grego os levou a questionar absolutamente tudo, desde a transformação do caos em cosmos até a conduta humana dentro da sociedade. Suas correntes filosóficas e personalidades influenciam até os dias atuais as concepções filosóficas em geral. Eminentes  : Sócrates, Platão, Aristóteles

Os primeiros filósofos gregos teriam surgido por volta do século VI a.C e buscaram compreender como e porque os fenômenos naturais ocorriam.

Arte:

A concepção grega de teatro baseou-se em duas ideias: tragédia e comédia e as peças em geral surgiram como homenagem ao deus Dionísio. 

Entre os principais dramaturgos e obras figuram os nomes de Ésquilo (Prometeu Acorrentado), Sófocles (Édipo Rei), Eurípedes (As Troianas)  e Aristófanes, considerado o maior autor do gênero comédia.

Escultura e Arquitetura:

Escultores buscavam retratar o corpo humano com perfeição, característica que mais tarde será resgatada pelos renascentistas. 

Seu conhecimento arquitetônico foi impar e podem ainda hoje ser visto de perto a partir das ruínas de seus grandes templos, erigidos em homenagem aos seus Deuses.

Sua mitologia é encontrada nas mais diversas obras, o que mostra a importância de seus valores religiosos para a sua cultura em si.


Civilização Romana


- Fundação da civilização romana ( narrada por poetas como Tito Lívio e Virgílio) -  lenda sobre gêmeos  Rômulo e Remo, filhos do príncipe troiano Eneias, que após serem abandonados e amamentados por uma loba, foram encontrados por camponeses e em adultos teriam fundado Roma, em 753 a.C. Rômulo matou o irmão e se transformou no primeiro rei de Roma.

 Monarquia

- A documentação sobre o período monárquico é escassa. 

  • Os poderes eram concentrados nas mãos do rei e limitados apenas pelo Senado ou Conselho dos Anciãos. 
    A sociedade era dividida em quatro classes:
    * Patrícios, cidadãos possuidores de terra e gado, membros da aristocracia; 
    * Plebeus, homens livres sem direitos políticos ou possibilidade de formar família; clientes, subordinados política e socialmente aos patrícios, e que viviam sob a proteção destes; 
    * Escravos, em geral derrotados de guerra, sem qualquer direito político.

    - República (509 ac. a 27 a.ac)
    Em 509 a.C., o rei Tarquínio foi derrubado por uma conspiração do Senado. 
    • O Senado se transformou no maior poder político e administrativo da recém-fundada República, acessível apenas aos patrícios. Após uma série de movimentos contestatórios envolvendo os plebeus, estes conseguiram ampliar sua representação. 
      Foi criado o cargo de Tribuno da Plebe (471 a.C,), que os representava no Senado. Estes poderiam inclusive vetar as decisões do Senado, sendo imunes. No campo jurídico, também houve  expansão de direitos,  permitindo entre outras coisas aos plebeus, partilhar as terras obtidas nas conquistas.

    - A expansão territorial romana foi grande durante a República. 
    A expansão territorial respondia a um duplo propósito: 
    * obtenção de cada vez mais propriedades rurais 
    * e escravização dos povos vencidos - como os escravos passaram a ser a mão de obra predominante em Roma, é possível afirmar que a expansão das conquistas era fundamental para a continuidade do crescimento de Roma sob o signo da permanência da estrutura social (que os grupos livres da sociedade romana pudessem continuar a usufruir de um bom padrão de vida).

    - Durante toda a história romana houve revoltas escravas, sendo a mais conhecida a liderada por Spartacus, entre 73 e 71 a.C. 
     
    - No fim do período republicano, o Senado elegeu três fortes líderes políticos e militares como cônsules: Pompeu, Crasso e César. Tal grupo ficou conhecido como o Primeiro Triunvirato, e dividiu a administração dos domínios romanos. 
    Após a morte de Crasso e a vitória em conflito contra Pompeu, César foi proclamado ditador vitalício, gerando insatisfação no Senado. 
    Uma conspiração assassinou César em 44 a.C.

    - Marco Antônio, um dos generais de César, formou com Otávio e Lépido o Segundo Triunvirato. 
    - Otávio derrotou os outros dois e recebeu do Senado os títulos de Princeps (primeiro cidadão), Imperator (supremo) e, posteriormente, Augustus (divino).

    - Otávio assumiu como Imperador em 27 a.C., dando fim à República. Ele recebeu toda a autoridade política
    No governo de Otávio Augustus, houve grande incentivo às obras públicas, e  a inauguração de uma política de distribuição de trigo para a população, base da política de panem et circences (pão e circo).

    O Império foi o apogeu de Roma, agora uma civilização de cerca de 60 milhões de pessoas ( amplos domínios territoriais, burocracia cada vez mais numerosa, grande produção agrícola assentada no trabalho escravo, melhora gradativa nas condições de vida da plebe, paz nas províncias (PAX ROMANA)

    - Otávio Augusto, indicou o genro e protegido Tibério, que após reconhecimento do Senado tornou-se o segundo imperador Romano.

    Dinastias Romanas:

    - Otávio é considerado primeiro imperador 
    - sucessores imediatos compuseram a primeira dinastia romana, conhecida como dinastia Júlio-Claudiana (14 -68 d.C), sendo seguida pelas dinastias Flaviana (69 – 96 d.C) e Antoninos (96 – 192 d.C).

    - Dinastia Júlio – Claudiana: Tibério, Calígula, Cláudio e Nero - período do início da forte perseguição aos cristãos.

    - Dinastia Flaviana: Após o suicídio de Nero, Vespasiano, general que atuava no oriente conseguiu dominar o poder e iniciou um novo período de progresso para Roma (reduziu o poder dos senadores aristocratas, reformou o exército e pacificou  Gália (atual França aproximadamente) e o médio oriente (atuais Líbano, Síria e Israel, aproximadamente). 
    - Último de seus sucessores, Tito e Domiciano continuaram sua obra; este ultimo seria assassinado após movimentos liderados pelo senado.

    - Dinastia Antoninos: neste período os imperadores deram mais atenção aos anseios da população mais pobre. 
    Trajano ampliou ainda mais as fronteiras do império.  
    Adriano e Marco Aurélio governaram em períodos de relativa paz.
    Marco Aurélio ficaria famoso pela alcunha de imperador filósofo, ao seguir a escola filosófica estoicista. Seu filho Comodos governaria de forma violenta, sendo ao fim, assassinado.

    - Após disputas pelo poder, o império entraria em um longo período de instabilidade política e financeira. Os altos gastos com o exército, elemento que garantia o poder dos pretendentes ao trono resultava em déficits financeiros. Caracala estendeu a cidadania a todos os homens livres do império. Sétimo Severo reduziu os poderes do Senado.

    - A crise financeira tornou-se pior quando,nos tempos de Trajano, as conquistas militares diminuíram.  Sem a garantia constante de mais escravos, o aumento do preço dos mesmos e das demais mercadorias mergulhou o império em crise, uma vez que a massa de cidadãos livres vivia na ociosidade.

    - A sucessão política neste período resultou no assassinato de 18 imperadores. A crise do império era afetada também pelo perigo de invasões (ao norte do império os  Germânicos , ao leste os Persas)

    - Do ponto de vista religioso, o cristianismo ganhava adeptos rapidamente e fomentava uma nova lógica e mentalidade.

    O imperador Diocleciano reinstituiu o serviço militar obrigatório e dividiu o império em 286 em Império do Oriente e Império do Ocidente. 

    - Em 305 Constantino (Imperio Romano do Oriente) foi o imperador responsável pela liberação do cristianismo através do Édito de Milão e ajudou a organizar o culto, a sede de seu governo era Constantinopla.

    - Os problemas financeiros, principalmente na parte ocidental, mais dependente do escravismo, não eram solucionados. As cidades foram gradativamente abandonadas e os campos ocupados. As invasões bárbaras e a crise resultaram em nova lógica de ocupação da terra.

    Os grandes proprietários migraram para o campo e permitiam que trabalhadores produzissem em suas terras em troca de segurança, os camponeses, por sua vez, repassavam ao proprietário uma porcentagem considerável do que produziam. Esta relação resultaria nos laços de servidão da idade média.

    - Em 476 Roma (capital do Império Romano do Ocidente) caiu conquistada por Adoacro, líder bárbaro, (ocaso do grande império romano). 
    - A parte oriental, conhecida como Império Bizantino, resistiria por mais um milênio.

    Legado cultural 

    - Os romanos não foram muito originais, o que se verifica é apropriação romana da cultura grega em geral.
    - Divindades romanas - assemelhavam ou assimilavam as divindades gregas com outros nomes e/ou representações (Júpiter é Zeus/ Minerva é Atenas, entre outros). Eram ligadas ao cotidiano geral da civilização e suas cerimônias estavam inseridas em assuntos militares, agrícolas, artes e até mesmo o comércio.
    Governo de Otávio Augusto -  período de ouro de sua cultura:
     - Império recebeu um grande número de obras arquitetônicas 
    -  Entretenimento -  considerando o grande número de escravos, grande parte da população livre possuía muito tempo de ócio, elemento perigoso para a manutenção da paz. Assim sendo, diversas formas de entretenimento foram criadas, entre elas as arenas de gladiadores.
    O Coliseu - estrutura arquitetônica cujas ruinas sobrevivem até hoje,  era um teatro aberto , palco de confrontos, muitas vezes até a morte, entre gladiadores ou entre homens contra animais ferozes capturados em todas as partes do império. 

    - A grande contribuição cultural romana foi o direito romano - O direito praticado hoje em nosso país deriva de tradições e códigos de leis romanos. O direito em Roma era dividido em três áreas distintas, privado, estrangeiro e público. As leis romanas, a partir do período republicano seriam compiladas no “Jus Civile” (código civil).
    - O português, o francês, o italiano e o espanhol, entre outros idiomas, derivam diretamente do latim.
    - Constantino (imperador do Imério do Oriente) liberou e ajudou a organizar a religião cristã sendo que de proibido, o cristianismo viria a se tornar um dos maiores legados da cultura e período de dominação romana para as civilizações ocidentais.
    - A hierarquia católica segue o padrão do império, sendo o papa (dentro da doutrina católica) comparado à figura do imperador.

      

        Disciplina: INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

      

     Seja bem-vindo(a) aluno(a)!

     Todas às sextas-feiras estaremos juntos rumo ao conhecimento.

      Nossa disciplina: INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS 
      
Horário: das 18 h 45 min às 20 h 30 min.

      Este curso vai abordar durante o mês de junho/2020:

  1. Tipos e Gêneros Textuais   
  2. Figuras de Linguagem - Aspectos Fonético e Sintático      
  3. Funções da Linguagem
  4. Categorias de Mundo - Temas e Figuras
      Contamos com sua presença.
       
      Prof.ª Natalie Almeida / Equipe Cursinho Modelo.

Sejam muito bem vindos (as)!

Meu nome é Maria da Paz e a nossa disciplina Literatura, todas as terças-feiras das 20:50 às 22:30, voltada para o Ensino Médio.
Alguns dos conteúdos que estudaremos: Os Movimentos Literários e seus principais autores. Faremos leitura e análise de suas obras bem como o estudo dos Gêneros Literários.
Nós do Cursinho Modelo contamos com a presença de todos .
Muito obrigada e bons estudos !

Prof.ª Maria da Paz